Críticas

OQUE CONSAGRA O ARTISTA ?

O que “faz” o artista é, sem dúvida, o dom da arte. A vocação inata à qual pode responder ou não. Se responde, procurando desenvolver o dom através de estudo especializado, para aquisição da técnica imprescindível, dá o primeiro passo rumo à possível consagração.

Se ao longo do longo aprendizado, ao lado da teoria, ele se dedica com afinco a “aprender fazendo”; se não desanima, ao contrário, persevera; vence cansaço e várias sortes de dificuldades, e – acima de tudo – ainda nesta fase de aprendizado e exercício de arte, já consegue definir qual estilo pictórico é o mais adequado à sua expressão e capacidade de execução; se não perde a confiança em si, temos o segundo passo – com grande distância do primeiro – rumo ao sonhado objetivo.

Se o estilo escolhido é pouco usual e de difícil feitura, e se o batalhador da arte consegue dominá-lo e transformá-lo em veículo dócil, subjugado e moldável às vontades do seu pensamento criativo; se neste estilo, o artista – sim, agora estamos falando de um artista – consegue imprimir alguma solução inédita e inovadora, diria até revolucionária; chega-se à consagração. A partir daí, sua obra falará por ele.

E se o universo conspirar a favor (acontece), não demorará que alguém (principalmente entre aqueles nascidos com o dom da arte, que dela não se tornaram executantes) de olhos perspicazes e mente disposta, perceba-lhe o valor. Tem início o processo da consagração.

J. B. Lazzarini uniu o “pop” e o “optical”, estilos de desenhos chapados e cores puras – que remetem ao mosaico e ao desenho animado – e os revolucionou. Criou suas cores partindo da tinta acrílica branca, modificada segundo fórmula própria, e pigmentos líquidos. Sua paleta cromática é pessoal e belíssima, inconfundível. Com profunda e certeira intuição, mão rigorosíssima e total domínio dos recursos óticos, consegue incluir nas suas telas “pop” (que, por tradição e natureza, até então não alcançavam voos assim profundos) todos os requintados efeitos perseguidos pelos grandes artistas: planos de profundidade, perspectivas aéreas, equilíbrio de composição e, ainda mais!, movimento e musicalidade ao lado de rigidez geométrica, e esta ao lado de vigor germinativo e forças orgânicas. Lirismo e poesia, alegria e melancolia.

A exposição “Metamorfose”, que é síntese da trajetória dos passos do artista, é uma linha contínua em 30 quadros, mas cada um com sua individualidade e sentimento próprios.

Guiomar Lobato
Crítica de Arte ABCA/AICA

O que “faz” o artista é, sem dúvida, o dom da arte. A vocação inata à qual pode responder ou não. Se responde, procurando desenvolver o dom através de estudo especializado, para aquisição da técnica imprescindível, dá o primeiro passo rumo à possível consagração.

Se ao longo do longo aprendizado, ao lado da teoria, ele se dedica com afinco a “aprender fazendo”; se não desanima, ao contrário, persevera; vence cansaço e várias sortes de dificuldades, e – acima de tudo – ainda nesta fase de aprendizado e exercício de arte, já consegue definir qual estilo pictórico é o mais adequado à sua expressão e capacidade de execução; se não perde a confiança em si, temos o segundo passo – com grande distância do primeiro – rumo ao sonhado objetivo.

Se o estilo escolhido é pouco usual e de difícil feitura, e se o batalhador da arte consegue dominá-lo e transformá-lo em veículo dócil, subjugado e moldável às vontades do seu pensamento criativo; se neste estilo, o artista – sim, agora estamos falando de um artista – consegue imprimir alguma solução inédita e inovadora, diria até revolucionária; chega-se à consagração. A partir daí, sua obra falará por ele.

E se o universo conspirar a favor (acontece), não demorará que alguém (principalmente entre aqueles nascidos com o dom da arte, que dela não se tornaram executantes) de olhos perspicazes e mente disposta, perceba-lhe o valor. Tem início o processo da consagração.

J. B. Lazzarini uniu o “pop” e o “optical”, estilos de desenhos chapados e cores puras – que remetem ao mosaico e ao desenho animado – e os revolucionou. Criou suas cores partindo da tinta acrílica branca, modificada segundo fórmula própria, e pigmentos líquidos. Sua paleta cromática é pessoal e belíssima, inconfu

O que “faz” o artista é, sem dúvida, o dom da arte. A vocação inata à qual pode responder ou não. Se responde, procurando desenvolver o dom através de estudo especializado, para aquisição da técnica imprescindível, dá o primeiro passo rumo à possível consagração.

Se ao longo do longo aprendizado, ao lado da teoria, ele se dedica com afinco a “aprender fazendo”; se não desanima, ao contrário, persevera; vence cansaço e várias sortes de dificuldades, e – acima de tudo – ainda nesta fase de aprendizado e exercício de arte, já consegue definir qual estilo pictórico é o mais adequado à sua expressão e capacidade de execução; se não perde a confiança em si, temos o segundo passo – com grande distância do primeiro – rumo ao sonhado objetivo.

Se o estilo escolhido é pouco usual e de difícil feitura, e se o batalhador da arte consegue dominá-lo e transformá-lo em veículo dócil, subjugado e moldável às vontades do seu pensamento criativo; se neste estilo, o artista – sim, agora estamos falando de um artista – consegue imprimir alguma solução inédita e inovadora, diria até revolucionária; chega-se à consagração. A partir daí, sua obra falará por ele.

E se o universo conspirar a favor (acontece), não demorará que alguém (principalmente entre aqueles nascidos com o dom da arte, que dela não se tornaram executantes) de olhos perspicazes e mente disposta, perceba-lhe o valor. Tem início o processo da consagração.

J. B. Lazzarini uniu o “pop” e o “optical”, estilos de desenhos chapados e cores puras – que remetem ao mosaico e ao desenho animado – e os revolucionou. Criou suas cores partindo da tinta acrílica branca, modificada segundo fórmula própria, e pigmentos líquidos. Sua paleta cromática é pessoal e belíssima, inconfundível. Com profunda e certeira intuição, mão rigorosíssima e total domínio dos recursos óticos, consegue incluir nas suas telas “pop” (que, por tradição e natureza, até então não alcançavam voos assim profundos) todos os requintados efeitos perseguidos pelos grandes artistas: planos de profundidade, perspectivas aéreas, equilíbrio de composição e, ainda mais!, movimento e musicalidade ao lado de rigidez geométrica, e esta ao lado de vigor germinativo e forças orgânicas. Lirismo e poesia, alegria e melancolia.

A exposição “Metamorfose”, que é síntese da trajetória dos passos do artista, é uma linha contínua em 30 quadros, mas cada um com sua individualidade e sentimento próprios.

ndível. Com profunda e certeira intuição, mão rigorosíssima e total domínio dos recursos óticos, consegue incluir nas suas telas “pop” (que, por tradição e natureza, até então não alcançavam voos assim profundos) todos os requintados efeitos perseguidos pelos grandes artistas: planos de profundidade, perspectivas aéreas, equilíbrio de composição e, ainda mais!, movimento e musicalidade ao lado de rigidez geométrica, e esta ao lado de vigor germinativo e forças orgânicas. Lirismo e poesia, alegria e melancolia.

A exposição “Metamorfose”, que é síntese da trajetória dos passos do artista, é uma linha contínua em 30 quadros, mas cada um com sua individualidade e sentimento próprios.

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